Professor Gabriel Valle
Latim Mais Vivo do que Nunca
02/06/2003
Imprimir este arquivoLatim nunca foi língua Morta
Quando feneceu o Império Romano, continuou língua universitária em todo o Ocidente, até o século XVIII, em Roma, Colônia, Canterbury, Oxford e Paris. Em latim escreveram as melhores obras : Tomás de Aquino, Boaventura, Bernardo de Claraval, Newton, Galileu, Espinosa, Leibinz, Wollf, Kant.
Mesmo quando a universidade já não usava mais latim, todos os termos científicos de astronomia, botânica, medicina, direito, filosofia etc., estavam impregnados de latim. E a igreja do Ocidente adotou latim como língua de sua liturgia e da versão dos originais da Bíblia, da Vulgata, até o Vaticano II.
É impensável alguém dominar a língua-mãe, português, sem latim. Muitas línguas só existem graças ao latim. Sem domínio do latim, não se conhece o Direito Romano e os grandes juristas do passado e do presente, inclusive os manuais de cabeceira dos juristas.
Não se pode esquecer o latim quem o estudou: "Não perca seu latim" (Ronal)
Quem não o estudou porque o Estado Brasileiro é de Terceiro Mundo, procure aprender latim. Até o advogado japonês sabe o que é "hábeas corpus" . Será melhor jurista. Terá melhor vernáculo.


